sábado, 8 de fevereiro de 2014

Esse texto foi escrito pelo nosso assíduo leitor e empreendedor, Roberto Fermino.
Acredito que uma empresa é a sinergia entre pessoas, produtos, informação e relacionamento – sendo que este último é o que dá liga nessa combinação.
Costuma-se dizer que relacionamento é uma “ponte” que faz a ligação de dois elementos – eu não gosto dessa metáfora, remete à passagem de algo de um lado para outro, fluxo. Prefiro a ideia de interação. O aumento das cobranças do dia-a-dia (reuniões, relatórios, emails etc.) e o tempo escasso, mostra que precisamos trabalhar em sistemas integrados.
Pense num muro, onde cada bloco é um de seus stakeholders (clientes, colaboradores etc.). O relacionamento é o concreto, reúne todos estes elementos.
Um muro com relações muito boas
Quanto aos mitos, não vou ficar na imparcialidade. Vamos lá:
1- Fidelização de cliente
Não existe cliente fiel, nem vitalício. Até em casamento, onde, em tese, deveria-se conhecer muito bem o par, surgem casos de infidelidade. O máximo que existe é cliente que “Prefere e Recomenda”. Se ainda estiver pensando num casamento empresa/cliente, “até que a morte os separe”, cuidado! A morte pode ser a da sua empresa.
2- Cliente tem sempre razão
“É verdade, mas você tem o direito de dizer se quer ou não que ele seja seu cliente.” (autor desconhecido).
Não tem jeito, por mais que você tente manter a satisfação dos seus clientes, alguns, simplesmente, não se adaptam aos seus produtos. Avalie os custos desse cliente para mantê-lo na rede, em muitos casos é mais barato recomendá-lo ao concorrente.
3- Cliente é rei
Na maioria dos casos é mesmo. Mas quero comentar de um tipo característico de cliente: o Mala. Aquele que reclama por esporte não importa o quanto você tente agradá-lo.
Algumas empresas tratam este cara melhor do que deveríam. Estatisticamente, o Mala é uma parcela pequena da sua carteira. Se você estiver fazendo seu trabalho direito, sua própria rede se engajará em neutralizar este problema. Melhore a experiência de clientes que trazem retorno.
4- Cliente só sabe reclamar
Essa é uma impressão que ronda o inconsciente de nós empreendedores. Tanto esforço e só reclamação! É duro! Mas a verdade é que a cultura brasileira não tem o hábito de elogiar. Se você satisfez seu cliente, o que ele vai dizer é: “não fez mais que a obrigação!”.
20 reclamações para 1 elogio, era uma relação antiga. Agora com Twitter e outras ferramentas não sei como está.
5- Cliente não sabe o quê quer
Não é bem assim. O cliente sabe manifestar sua insatisfação. Quando ele reclama, não adianta você vir com uma solução pré-fabricada.
Na prática, o cliente reclama é do efeito do problema e não da causa. Sua solução tem que atacar a causa. Passe o poder de escolha para o cliente, pergunte: “Como você acha que podemos te ajudar?”. Então, analise as informações, chegue à causa e aja.
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A minha experiência tem mostrado que o produto em si apresenta baixo índice de reclamação, predomina o ruído na informação e, por consequência, a quebra de expectativa. Relacionamento não é razão, é sentimento. Nem pense em passar seu cliente pra trás.
Verifique se seu canal de relacionamento é do tipo interesse-interesseiro, onde um ganha e outro perde, ou se é interesse-interessante, onde há o ganha-ganha.
Concluindo, espero que você, meu cliente durante esta leitura, tenha aproveitado. Se não, pode xingar aqui embaixo. Lembra dos 20 pra 1?! hehe
Abraços e bons negócios,
Roberto Fermino
Nota do editor: Nessa questão do atendimento, vale a pena destacar que o atendimento telefônico também pode fazer uma grande diferença. Para te ajudar nessa área, existem serviços muito bacanas que permitem que uma equipe especializada atenda suas ligações telefônicas quando você não puder atender.
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http://www.saiadolugar.com.br/dia-a-dia-do-empreendedor/os-mitos-do-relacionamento-com-o-cliente/

sábado, 5 de outubro de 2013


EMPREENDEDORISMO

Existem diversas pesquisas na área empreendedora, visando traçar o perfil de um empreendedor, porém a conclusão que os pesquisadores chegaram é que não existe um perfil de pessoa empreendedora e sim atitudes comuns aos empreendedores de sucesso. No livro de administração Empreendedora – Teoria e Prática usando Estudos de Casos, de César Simões Salim, Cláudio Nasajon, Helene Salim e Sandra Mariano, p. 75, são listadas as seguintes atitudes empreendedoras:
- ASSUMIR RISCOS – Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos, é ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso saber lidar com eles.




- IDENTIFICAR OPORTUNIDADES – Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propiciam para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.


- CONHECIMENTO – Quando maior for o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é a sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centro de ensino ou mesmo de algumas dicas de pessoas, clientes, colaboradores.


- ORGANIZAÇÃO  -  Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais – financeiros e tecnológicos – de forma racional . É bom não esquecer que , na maioria das vezes, a desorganização – principalmente no início do empreendimento –compromete seu funcionamento e desempenho.


- TOMAR DECISÕES – O sucesso de um empreendimento, muitas vezes, está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões, na hora certa.


- LIDERANÇA – Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos, seja com clientes, fornecedores, colaboradores. Assim, a liderança tem de ser uma qualidade sempre presente.


- DINAMISMO – Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples ideias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos.


- INDEPENDÊNCIA – Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão,  enfim , buscar a independência é um meio importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando protecionismos que , mais tarde, possam se tornar obstáculos aos novos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão- empresário.


- OTIMISMO – Esta é uma característica das pessoas que encerram o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.


- TINO EMPRESARIAL – O que muita gente acredita ser o sexto sentido, intuição, faro empresarial, típico de gente bem-sucedida nos negócios é, na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte dessas características terá grande chance de ter êxito. Quem quer ser estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e, principalmente, alçar voos mais altos na conquista do mercado externo, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo concorrentes só respeitam os que se mostram à altura do desafio.



COMO TRANSFORMAR-SE EM UM EMPREENDEDOR DENTRO DA ORGANIZAÇÃO?
Existem várias formas e atividades empreendedoras nos trabalhos e ou processos desenvolvidos dentro das organizações, assim definimos de intra-empreendedorismo. O empreendedor corporativo é a versão em português do termo francês intrapreneur, que significa empreendedor interno, ou seja , eu utilizo a minha capacidade de inovar e criar dentro da empresa em que estou trabalhando, o grande ganho para o empreendedor corporativo é o reconhecimento por parte dos danos da empresa e ao mesmo tempo a capacidade de colocar em prática seus planos sem necessitar de investimentos. Ter visão e buscar a qualidade nos processos e desenvolver uma constante melhoria  e estar atualizado nas mudanças e nas novas alternativas que o mercado de trabalho assim almeja , é também desenvolver um   intra-empreendedorismo.


QUAL A DIFERENÇA ENTRE O EMPREENDEDOR INDEPENDENTE E O EMPREENDEDOR CORPORSTIVO?

          O empreendedor tem um perfil diferenciado, pois ele é motivado pela possibilidade de liberdade de ação, foco e a busca constante na ação desenvolvida, ele em tese tem conhecimentos e habilidades tantos gerenciais quanto políticas, que permitem que crie um novo negócio.
          O empreendedor corporativo ou intra-emprendedor é motivado tanto pela liberdade de ação quanto pelo acesso aos recursos organizacionais, ele é motivado, porém é mais sensível às recompensas organizacionais, e utiliza seus conhecimentos e habilidades em prol da organização que o contrata.
          Analisar o empreendedor corporativo, assim que ele tenha a liberdade para colocar sua criatividade em ação é necessário que o empresário perceba esta habilidade em seus colaboradores, motive-os e dê-lhes espaço para trabalhar. Isto geralmente, busca a visão tem  assim desenvolvendo um comportamento empreendedor de ambas as partes organização, gerência, supervisores , colaboradores , tendo êxito e alcançando de fato melhores números, produção eficiente e processos eficazes , também poderemos utilizar para reduzir os custos das organizações , melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL e trabalhar uma liderança focando potencialidades individuais , grupal melhorando os números finais e transformando a organização em uma produtividade sadia , com produtos e serviços que encantem a sociedade.

sábado, 21 de setembro de 2013


EMPREENDEDORISMO


 Existem diversas pesquisas na área empreendedora , visando traçar o  perfil de um empreendedor, porém a conclusão que os pesquisadores chegaram é que não existe um perfil de pessoa empreendedora e sim atitudes comuns aos empreendedores de sucesso. No livro de administração Empreendedora – Teoria e Prática usando Estudos de Casos, de César Simões Salim, Cláudio Nasajon, Helene Salim e Sandra Mariano, p. 75, são listadas as seguintes atitudes empreendedoras :
- ASSUMIR RISCOS – Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos, é ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso saber lidar com eles. 

- IDENTIFICAR OPORTUNIDADES – Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propicias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta. 

- CONHECIMENTO – Quando maior for o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é a sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de imformações obtidas em publicações especializadas, em centro de ensino ou mesmo de algumas dicas de pessoas , clientes , colaboradores . 

- ORGANIZAÇÃO  -  Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais – financeiros e tecnológicos – de forma racional . É bom não esquecer que , na maioria das vezes, a desorganização – principalmente no início do empreendimento –compromete seu funcionamento e desempenho. 

- TOMAR DECISÕES – O sucesso de um empreendemiento ,muitas vezes, está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões, na hora certa. 

- LIDERANÇA – Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos, estimular as pessoas no rumo das mestas traçadas e favorecer relações equilibridas dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro da sequipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos, seja com clientes, fornecedores, colaboradores. Assim, a liderança tem de ser uma qualidade sempre presente. 

- DINAMISMO – Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples ideias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. 

- INDEPENDÊNCIA – Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão, enfim , buscar a independência é um meio importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando potencionismos que , mais tarde, possam se tornar obstáculos aos novos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão- empresário.

- OTIMISMO – Esta é uma caracterísitca das pessoas que encergam o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
  
- TINO EMPRESARIAL – O que muita gente acredita ser o sexto sentido, intuição, faro empresarial, típico de gente bem-sucedidad nos negócios é, na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte dessas características terá grande chanse de tern êxito. Quem quer ser estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e , principalmente, alçar voos mais altos na conquista do mercado externo, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo concorrentes só respeitam os que se monstram à altura do desafio.



COMO TRANSFORMAR-SE EM UM EMPREENDEDOR DENTRO DA ORGANIZAÇÃO?



                  Existem várias formas e atividades empreendedors nos trabalhos e ou processos desenvolvidos dentro das organizações , assim definimos de intra-empreendedorismo. O empreendedor corporativo  é a versão em português do termo francês intrapreneur, que significa empreendedor interno, ou seja , eu utilizo a minha capacidade de inovar e criar dentro da empresa em que estou trabalhando, o grande ganho para o empreendedor corporativo é o reconhecimento por parte dos danos da empresa e ao mesmo tempo a capacidade de colocar em prática seus planos sem necessitar de investimentos. Ter visão e buscar a qualidade nos processos e desenvolver uma constante melhoria  e estar atualizado nas mudanças e nas novas alternativas que o mercado de trabalho assim almeja , é também desenvolver um   intra-empreendedorismo.

  

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O EMPREENDEDOR INDEPENDENTE E O EMPREENDEDOR CORPORSTIVO?

          O empreendedor tem um perfil diferenciado, pois ele é motivado pela possibilidade de liberdade de ação, foco e a busca constante na ação desenvolvida, ele em tese tem conhecimentos e habilidades tantos gerenciais quanto políticas , que permitem que crie um novo negócio.
          O empreendedor corporativo ou intra-emprendedor é motivado tanto pela liberdade de ação quanto pelo acesso aos recursos organizacionais, ele é motivado, porém é mais sensível às recompensas organizacionais,  e utiliza seus conhecimentos e habilidades em prol da organização que o contrata.
          Analisar o empreendedor corporativo, assim que ele tenha a liberdade para colocar sua criatividade em ação é necessário que o empresário perceba esta  habilidade em seus colaboradores, motive-os e dê-lhes espaço para trabalhar. Isto geralmente , busca a visão tem  assim desenvolvendo um comportamento empreendedor de ambas as partes organização, gerência, supervisores , colaboradores , tendo êxito e alcançando de fato melhores números, produção eficiente e processos eficazes , também poderemos utilizar para reduzir os custos das organizações , melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL e trabalhar uma liderança focando potencialidades individuais , grupal melhorando os números finais e transformando a organização em uma proditividade sadia , com produtos e serviços que encantem a sociedade.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

AS GRANDES OPORTUNIDADES DE EMPREGOS 

       Os profissionais devem ter em mente que a partir do momento em que decide elaborar seu planejamento, deve contemplar no modelo proposto suas preferências, o nicho de trabalho e quem pretende concretizar este plano.
          A busca e a aderência ( entre preferências e trabalho ) é determinante para que um profissional possa considerar seus espaço dentro de uma empresa ou organização, pois as pessoas tem necessidades de contribuir e se desenvolver, é básico e está sempre relacionado á motivação e realização pessoas e profissional que cada colaborador busca .
          Por outro lado, o que as empresas esperam é um conjuntos competências profissionais e segundo Cardoso ( 2005 ), pode ser expressada na seguinte formula:


- Competência – segundo o dicionário virtual Wikipédia, é a integração e a coordenação de um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que na sua manifestação produzem uma atuação diferenciada. E ainda em referência à formula, o autor complementa:
- Conhecimentos – É a formação acadêmica, a participação em cursos, seminários, congressos e também o conhecimento que se adquire por meio da prática profissional.
- Habilidade – São as características pessoais internas que facilitam exercer determinada atividade.
- Atitude – É a aplicabilidade dos outros dois fatores  ( conhecimento e habilidade ), pois de nada adianta enorme quantidade de conhecimentos se o profissional não os coloca á disposição da empresa em busca de novos e melhores resultados.
          Assim, parece que tudo à nossa volta tem uma explicação, uma  fórmula , mas pouco nos damos conta que, para obter resultados, precisamos acreditar em alguma coisa e, consequentemente, investir na aquisição de capacitação e conhecimento, por vezes saímos em busca de habilidades que não possuímos e nos esquecemos daqueles que já nos pertence.
         A busca constante um equilíbrio e o alinhamento, administrar qualquer tipo de atividade implica no uso racional dos meios já existentes para a aquisição dos requeridos, e agindo desta maneira devemos procurar desenvolver a fórmula para a competência com a pretensão de obtermos a chave de sucesso em nossa carreira.     




ADMINISTRANDO A CARREIRA PROFISSIONAL UM GRANDE DIFERENCIAL


         Sempre adiamos e deixamos para o segundo plano organizar e planejar nossa , vida , a desculpa é sempre aguardar uma melhor oportunidade , a falta de tempo, a não valorização de cursos, palestras ,a busca constante em uma atualização sempre necessária no mercado de trabalho.
           Segundo o autor Minarelli ( 1995) observa que as pessoas resolvem fazer esta reflexão ou este check-up de vida somente as vésperas de tomar decisões importantes, depois de perder o emprego, se de ser pretendido em projetos e promoções e em outras situações ameaçadoras.
          O ideal é que pudéssemos antecipar este momento, planejar e tirar proveito disso, longe de burocratizar a vida, mas mapear as expectativas de futuro e traçar estratégias para atingir determinados objetivos. Muitos momentos a busca por uma melhor qualidade de vida e de uma carreira  profissional não apenas deixando nas mãos das empresas.
         Estar antenado e buscar constante uma reflexão sobre a carreira facilita o planejamento e promove o conhecimento e o autoconhecimento, traz à tona as possibilidades de desenvolvimento e norteia as ações no sentido de crescimento e capacitação na carreira atual ou futura, ou seja, onde quer que você deseja  estar no futuro, invista nesta carreira profissional , hoje e constantemente , buscando um crescimento profissional.
          Partindo de uma organização  em nossa vida em detrimento da carreira profissional seria que um tanto precipitado e imprevisível. Mas , quando falamos de planejar sempre falamos em momento futuro, não se pode planejar para o passado, e o planejar no presente é improvisar, assim isto nos arremete a pensar na carreira como uma parede que está sempre em construção, que para ser aumentada e fortalecida deve ter como referência sua fundação e ser orientada por uma linha que propicia colocar os tijolos em seus devidos lugares, assim construindo, fortalecendo e aumentando a estrutura da carreira.
Assim existem algumas tendências nas  carreiras :
- CARREIRA LINEAR – AQUELA QUE ESCOLHE UM DETERMINADO CAMPO NA VIDA E SEGUE EM ASCENDÊNCIA.
- CARREIRA ESTÁVEL – ESCOLHIDA TAMBÉM EM UM DETERMINADO CAMPO, OFERECE OPORTUNIDADE DE  ASCENSÃO,NÃO HÁ UMA PREOCUPAÇÃO EM ASCENSÃO, PREVALECE A SEGURANÇA.
- CARREIRA ESPIRAL – É MOVIDA PELO CRESCIMENTO PESSOAL, EXIGE DEDICAÇÃO E BOM DESEMPENHO, UMA VEZ ALCANÇADO O OBJETIVO PARTE PARA NOVOS DESAFIOS NA CARREIRA, PREVALECENDO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO.
CARREIRA TRANSITÓRIA –M SEM PADRÃO DEFINIDO, NÃ ESCOLHE UM CAMPO ESPECIAL, AS ESCOLHAS SÃO OCASIONADAS OU TEMPORÁRIAS, NÃO TEM COMO PARÂMETRO O COMPROMETIMENTO.
            Segundo DUTRA ( 2002 ) AS CARREIRAS PROFISSIONAIS PODEM SER DIVIDIDAS EM TRES NIVEIS DESTINTOS:
- OPERACIONAIS – SÃO AS ATIVIDADES FINS DA EMPRESA QUE UTILIZAM ESFORÇO FÍSICO, GERALMENTE CONTRATAM SEM ESPERIENCIA E NÃO EXIGEM DESENVOLVIMENTO DE APTIDÕES PLURALISTAS.
- PROFISSIONAIS – POR SUA VEZ  ESTÃO ATRELADAS A ATIVIDADE ESPE´CÍFICAS E EXIGEM PESSOAS COM CONHECIMENTO TÉCNICO OU AINDA NIVEL SUPERIOR, SURGEM PELOS PROCESSOS E PROCEDIMENTOS FUNDAMENTAIS DAS EMPRESAS.
GERENCIAIS – SÃO AS ATIVIDADES DE GESTÃO ; SELECIOM AS PESSOAS QUE PASSARAM PELAS CARREIRAS OPERACIONAIS E PROFISSIONAIS, QUE DURANTE O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO EVIDENCIAM CARACTERÍSTICAS VOCACIONAIS GERENCIAIS.
           As pessoas necessitam refletir sobre como o ambiente influencia sua carreira profissional. Dutra (2002) atenta a esta questão uma tomada de atitude em que as pessoas deveriam olhar para dentro de si, e por meio desta ação identificar o que realmente lhes traz satisfação e estímulo, e só disto tirar proveito das oportunidades de carreira que surgem ao longo de suas vidas profissionais. 


domingo, 8 de setembro de 2013

TALENTO E EMPREGABILIDADE
       
        Com a globalização da economia, a competitividade, a busca pelo desenvolvimento da tecnologia e os intensos programas de produtividade e de qualidade estão modificando o papel dos colaboradores nas organizações. Portanto, busca-se em contrapartida, uma nova atualização profissional dos colaboradores.  O perfil profissional dos colaboradores, com isso abrindo um leque de qualidades, habilidades e de busca pela excelência na seleção mesmo que natural dos candidatos às vagas.
       O termo empregabilidade significa o conjunto de competências e habilidades necessárias para que uma pessoa manter-se colocada em uma empresa. Significa a capacidade de conquistar e de manter um emprego de maneira sempre firme e valiosa. E como a natureza do emprego está mudando rapidamente, essa capacidade deve necessariamente incluir flexibilidade e inovação da pessoa para acompanhar essa mudança irresistível.
        A tecnologia vai queimando velhas ocupações e criando novos empregos. O importante agora não é mais somente conseguir um emprego, mas assegurar a empregabilidade: tornar-se e manter-se surfando na crista das ondas que aparecem e se alternam continuamente neste tempestuoso mar de mudanças. Estamos vivendo na era da empregabilidade, deve haver uma busca pela adequação dos profissionais às novas necessidades e dinâmica do mercado de trabalho e a exigência de colaboradores cada vez mais éticos e focados no sucesso de toda a organização.



EMPREGABILIDADE

          A este termo, tão cobiçado nos dias atuais origina-se da palavra inglesa EMPLOYABILITY que significa um conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam um profissional importante para sua empresa e mercado de trabalho.
         Diante desta concepção surge o termo multe especialista, que em tempos atuais se traduz em conhecimentos abrangendo diversas áreas : gestão, informática, outros idiomas, trabalhar em equipes etc.
        Entre conhecimentos e algumas características pessoais como comunicabilidade, relacionamento pessoal e interpessoal e , principalmente, atitude podem fazer a diferença, pois são capazes de oferecer para a empresa bons resultados finais.
        Para FRANCO (2002) ao falar da necessidade do diferencial pautado na ação individual relata que quem busca um emprego ou pretende se manter no emprego que já possui, ‘’ não compete apenas contra um adversário, compete contra uma multidão de pessoas, e cada uma delas em busca do mesmo objetivo’’. Neste ritmo não dá para fazer as mesmas coisas, é preciso ter habilidades e conhecimentos que possam ser agregados ao trabalho, que gerem valor, informações não são suficientes para mudar comportamentos, cada um é responsável por si próprio. Não se trada do individualismo, é a outra face da competitividade.

          É preciso que alguns subam primeiro para que possam dar a mão para outros subirem depois. A verdadeira solidariedade não é todo mundo por baixo, mas ser cada vez melhor e tentar puxar para cima o nível da sociedade e da economia em cada país .Portanto somando cada vez mais habilidades, conhecimentos e ser alguém sintonizado com as exigências crescentes do mercado profissional, num processo contínuo de autodesenvolvimento. Sem isso, corremos o risco de nos tornarmos obsoletos, como as máquinas de escrever dos anos 70. E, como elas, ser encostados e substituídos. (Franco,2002,p.30).